OPINIÃO – Na eleição de outubro o brasileiro vai escolher entre a democracia e a barbárie, mas, a civilidade dever vencer, dando a Lula o 4º mandato e ao povo a esperança

Por Josinaldo Neves*
O Brasil está bem perto da eleição presidencial mais importante da sua história para a Presidência da República e para a câmara alta da república (leia-se Senado Federal). É importante dizer que existe dois projetos bem distintos, disputando o Governo Central, um liderado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que defende a soberania nacional, a economia do país equilibrada e com foco nos mais pobres; e educação e saúde públicas de qualidade.
Do outro lado, está o projeto da extrema direita, que prega a entrega da soberania aos Estados Unidos e o desmonte do Estado brasileiro, excluindo a rede de proteção social para deixar à população carente entregue a própria sorte. É, portanto, a eleição da civilidade versus a barbárie, de quem governa para o povo e de quem governa para o sistema financeiro e para os ricos.
Sabe-se de antemão que o Brasil gigante em sua dimensão territorial, é também grande em seus problemas sociais, econômicos e políticos. Acredito ser este último elemento, a base que norteia e da sustentação aos demais, visto que, o país que tem um sistema político forte, por consequência, tem os outros elementos aqui citados também estáveis e equilibrados. Além de não termos um sistema político forte, nós temos outro grave problema que é a falta de conscientização política que impera no país, ao ponto de termos candidatos que o tempo todo se comporta contra o povo e que se (re)elege com grande facilidade com falsas promessas e distribuição de benesses.
No Lula 3, na questão econômica, tivemos crescimento do PIB acima das expectativas, queda no desemprego para o menor nível histórico, aumento real do salário mínimo e recuperação da renda da população mais pobre, inflação sob controle, retomada dos investimentos públicos com o Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), aprovação da Reforma Tributária com a unificação de impostos sobre o consumo por meio do Imposto sobre Valor Agregado (IVA) bipartido, unificando cinco impostos antigos em dois novos Tributos sobre Valor Agregado, divididos por competência governamental para preservar a autonomia de cada esfera do país, além da isenção do imposto de renda para quem ganha até R$ 5 mil.
Na parte social, Lula tem sido gigante, afinal, quem governa para as maiorias. historicamente excluídas pela Elite do Atraso, parafraseando o sociólogo Jesse Souza, não podia deixar de retomar o Bolsa Família, criar o programa Pé-de-Meia (poupança para permanência de estudantes no ensino médio), o programa CNH Social, facilitando o acesso gratuito a primeira habilitação para cidadãos de baixa renda em articulação nacional, a expansão dos institutos federais, como também a retomada do Minha Casa, Minha Vida.
Portanto, na eleição de 4 de outubro o brasileiro vai escolher entre a barbárie e a democracia, entre construir e destruir, entre o amor e o ódio, à população parece está decidida, conforme as pesquisas, o projeto da esperança e da democracia, materializado na pessoa do presidente Lula, deve ser o vencedor, está muito perto, as trevas não voltarão, teremos o quarto mandato de Lula, fato histórico e inédito, o caminho é esse, pois, a Luta Continua.
*Jornalista e radialista




