CRM-PB nega irregularidades e afirma que denúncia foi arquivada por falta de indícios

O Conselho Regional de Medicina da Paraíba (CRM-PB) divulgou uma nota oficial para rebater as acusações feitas pela Aliança Nacional pela Defesa Ética na Saúde Suplementar (ANDESS). A entidade denunciante havia solicitado ao Ministério Público Federal e ao Conselho Federal de Medicina (CFM) a interdição cautelar do órgão paraibano e o afastamento de sua diretoria, alegando omissão em casos de erros médicos e supostos conflitos de interesse envolvendo operadoras de saúde.
De acordo com o CRM-PB, a denúncia, que foi recebida originalmente em 2024, passou por um rigoroso processo de sindicância interna. Após a análise dos conselheiros relatores e a observância do devido processo legal, o caso foi arquivado por unanimidade. O conselho destacou que não foram encontrados indícios de infração ética ou materialidade que sustentassem as graves acusações apresentadas pela ANDESS.
O órgão também esclareceu que o rito processual foi auditado pelo Conselho Federal de Medicina (CFM). Segundo a nota, a instância federal examinou minuciosamente os procedimentos adotados e confirmou a regularidade da condução administrativa do CRM-PB. O próprio CFM analisou o mérito da questão e decidiu, igualmente, pelo arquivamento da denúncia por inexistência de irregularidades.
O CRM-PB reafirmou que sua atuação é pautada pela independência, imparcialidade e transparência, sem qualquer tipo de favorecimento ou perseguição. A instituição classificou as denúncias como tentativas de macular sua imagem institucional e informou que já está adotando as medidas judiciais cabíveis e exercendo seu direito de resposta diante das exposições midiáticas promovidas pela entidade denunciante.
Da Redação
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