Capital das Artes veta carros nas ruas e destino atrai mais turistas

A Capital das Artes, na Itália, veta o trânsito de veículos nas ruas e atrai cada vez mais turistas para conhecer suas belezas
Florença, maior cidade da região de Toscana, na Itália, é o berço do Renascentismo. Segundo a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), a Capital das Artes, como é carinhosamente conhecida, acomoda metade das obras dos artistas mais importantes do mundo.
O patrimônio histórico e cultural da cidade é, por si só, motivo suficiente para programar uma viagem ao país da bota. Mas, para aqueles que estão em busca de mais uma razão, a mudança na mobilidade urbana de Florença, com a proibição da presença de carros nas ruas, tem incentivado o fluxo de turistas que desejam contemplar as paisagens e arquitetura no seu próprio ritmo — a pé ou de bicicleta.
Florença, Capital das Artes, se transformou em uma cidade para pedestres
Para quem pensa que a medida só trouxe benefícios para os viajantes, a criação de espaços mais sustentáveis e livres de carros também apresentou pontos positivos para os moradores. O comércio e restaurantes locais notaram um aumento significativo de clientes.
Com mais liberdade para curtir as ruas de Florença em segurança, os visitantes e locais passaram a ocupar os espaços públicos com programações sociais e culturais. De acordo com o site Traveland Tour World, um dos grandes destaques da rota de turismo de pedestres é a excursão na Ponte Vecchio, em tradução livre, Ponte Velha. O arco medieval sobre o rio Arno encanta os visitantes por conta de seus prédios coloridos, boutiques exclusivas e toda a história gravada nas pedras do monumento.
Para quem deseja uma visão panorâmica de Florença, tem a opção de caminhar pela colina até um mirante na parte sul da cidade. O trajeto demora cerca de 30 minutos a partir do centro histórico e convida os turistas a desfrutar de uma vista deslumbrante das cúpulas e torres.
Florença, maior cidade da região de Toscana, na Itália, é o berço do Renascentismo. Segundo a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), a Capital das Artes, como é carinhosamente conhecida, acomoda metade das obras dos artistas mais importantes do mundo.
O patrimônio histórico e cultural da cidade é, por si só, motivo suficiente para programar uma viagem ao país da bota. Mas, para aqueles que estão em busca de mais uma razão, a mudança na mobilidade urbana de Florença, com a proibição da presença de carros nas ruas, tem incentivado o fluxo de turistas que desejam contemplar as paisagens e arquitetura no seu próprio ritmo — a pé ou de bicicleta.
Florença, Capital das Artes, se transformou em uma cidade para pedestres
Para quem pensa que a medida só trouxe benefícios para os viajantes, a criação de espaços mais sustentáveis e livres de carros também apresentou pontos positivos para os moradores. O comércio e restaurantes locais notaram um aumento significativo de clientes.
Com mais liberdade para curtir as ruas de Florença em segurança, os visitantes e locais passaram a ocupar os espaços públicos com programações sociais e culturais. De acordo com o site Traveland Tour World, um dos grandes destaques da rota de turismo de pedestres é a excursão na Ponte Vecchio, em tradução livre, Ponte Velha. O arco medieval sobre o rio Arno encanta os visitantes por conta de seus prédios coloridos, boutiques exclusivas e toda a história gravada nas pedras do monumento.
Para quem deseja uma visão panorâmica de Florença, tem a opção de caminhar pela colina até um mirante na parte sul da cidade. O trajeto demora cerca de 30 minutos a partir do centro histórico e convida os turistas a desfrutar de uma vista deslumbrante das cúpulas e torres.
Metrópoles (Coluna Cláudia Meireles)
Foto: Getty Imagens



