CONSENSO ENTRE CHINA E UNIãO EUROPEIA SOBRE VEíCULOS ELéTRICOS E HíBRIDOS EVITA ESCALADA EM DISPUTAS COMERCIAISCOLISãO NA PB-095 DEIXA CRIANçA DE 10 ANOS MORTA E CONDUTOR GRAVEMENTE FERIDO EM LAGOA SECAPERSEGUIçãO E CONFRONTO COM A PM TERMINAM EM MORTE DE SUSPEITO DE ASSALTO EM CAMPINA GRANDESUSPEITO DE COLISãO FATAL EM JOãO PESSOA ALEGA DISTRAçãO COM CELULAR E NEGA ‘CAVALO DE PAU’PROJETOS DA UFPB REABILITAM PACIENTES COM DEFORMIDADES FACIAIS EM JOãO PESSOACAMPINA GRANDE, 162 ANOS: A FORçA DA TRADIçãO QUE IMPULSIONA O FUTURO DA “RAINHA DA BORBOREMA”UFPB ACIONA AUTORIDADES APóS IDENTIFICAçãO DE APOLOGIA AO NAZISMO NO CAMPUS DE JOãO PESSOAVEJA O QUE ABRE E O QUE FECHA DURANTE O FERIADãO EM CAMPINA GRANDEEX-PREFEITA DE JOCA CLAUDINO é PRESA E CUMPRIRá PENA DE 14 ANOS EM REGIME FECHADOUFCG REFORçA SEGURANçA APóS ESTUDANTES DE FACULDADE PRIVADA RETIRAREM CARTAZES NO INTERIOR DA INSTITUIçãOCONSENSO ENTRE CHINA E UNIãO EUROPEIA SOBRE VEíCULOS ELéTRICOS E HíBRIDOS EVITA ESCALADA EM DISPUTAS COMERCIAISCOLISãO NA PB-095 DEIXA CRIANçA DE 10 ANOS MORTA E CONDUTOR GRAVEMENTE FERIDO EM LAGOA SECAPERSEGUIçãO E CONFRONTO COM A PM TERMINAM EM MORTE DE SUSPEITO DE ASSALTO EM CAMPINA GRANDESUSPEITO DE COLISãO FATAL EM JOãO PESSOA ALEGA DISTRAçãO COM CELULAR E NEGA ‘CAVALO DE PAU’PROJETOS DA UFPB REABILITAM PACIENTES COM DEFORMIDADES FACIAIS EM JOãO PESSOACAMPINA GRANDE, 162 ANOS: A FORçA DA TRADIçãO QUE IMPULSIONA O FUTURO DA “RAINHA DA BORBOREMA”UFPB ACIONA AUTORIDADES APóS IDENTIFICAçãO DE APOLOGIA AO NAZISMO NO CAMPUS DE JOãO PESSOAVEJA O QUE ABRE E O QUE FECHA DURANTE O FERIADãO EM CAMPINA GRANDEEX-PREFEITA DE JOCA CLAUDINO é PRESA E CUMPRIRá PENA DE 14 ANOS EM REGIME FECHADOUFCG REFORçA SEGURANçA APóS ESTUDANTES DE FACULDADE PRIVADA RETIRAREM CARTAZES NO INTERIOR DA INSTITUIçãO

Marina Silva volta a ser insultada por deputado federal e se diz ‘terrivelmente agredida’

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Depois de ser atacada e abandonar audiência pública no Senado Federal em maio, a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, foi novamente alvo de ofensas em sessão da Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados nesta quarta-feira, 2. Em resposta, Marina disse que se sentiu “terrivelmente agredida” e que pediu “muita calma” em oração a Deus.

O deputado federal Evair Vieira de Melo (PP-ES) voltou a dizer que ela é “adestrada” e que usa a mesma estratégica de retórica das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) e dos grupos terroristas palestino Hamas e libanês Hezbollah.

“Usei a expressão adestramento numa sessão passada, e não foi uma ofensa pessoal, porque repetições que busca resultado é adestramento”, disse Evair. “Esse modus operandi da ministra não é algo isolado. A estratégia dela é a mesma que as Farcs colombianas usam, que o Hamas, Hezbollah usam.”

Marina disse que o que acontecia naquela sessão era algo “num nível piorado” em comparação ao que aconteceu no Senado. “Depois do que aconteceu ali (no Senado), as pessoas iam achar muito normal fazer o que está acontecendo aqui num nível piorado”, afirmou Marina. “Fui terrivelmente agredida.”

No Senado, em maio, Marina abandonou audiência pública após uma série de discussões com parlamentares da oposição. Na Câmara, desta vez, a ministra veio sob condição de convocação (o que a obriga a comparecer) para prestar esclarecimentos sobre o apoio ao acampamento Terra Livre, sobre o aumento das queimadas e do desmatamento na Amazônia; e sobre o impacto ambiental da realização da Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30), em Belém.

Durante a audiência a ministra defendeu a participação no Acampamento Terra Livre, em abril, e que saiu no meio da marcha dos indígenas, e disse que a construção de uma rodovia em função da COP-30 é de responsabilidade do Estado do Pará e não do governo federal.

Novamente, parlamentares da oposição trocaram ofensas. O presidente do colegiado, Rodolfo Nogueira (PL-MS), disse que a ministra age “como se fosse a paladina da sustentabilidade” – governistas disseram que deputados da oposição agiram com desrespeito.

Evair Vieira de Melo criticou a condução da política ambiental por parte de Marina Silva, dizendo, entre outras coisas, que o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) age como uma indústria da multa e criticou os números de desmatamento.

A ministra disse estar “em paz” depois de fazer uma oração a Deus antes da sessão pedindo calma. “Estou muito tranquila com a minha consciência. Em termo de defesa do meio ambiente, que Deus julgue entre eu e vossa excelência e dê seu veredito”, disse Marina a Evair.

Em outubro 2024, como presidente da Comissão da Agricultura, o mesmo Evair disse que a ministra foi “adestrada” para comparecer à reunião do colegiado. “Quem é que é adestrado? Tenha santa paciência. O senhor não vai me dizer que sou uma pessoa adestrada”, respondeu a ministra naquele momento.

Durante a sessão desta terça-feira, Evair falou, em diferentes momentos, para Marina consultar seus assessores sobre dados de impactos da política do governo.

“Vocês dizem: ‘Ah, ministra, peça para seus assessores ver os dados e ajudar a interpretar’. Eu entendo tudo que está codificado nessas falas. Tem muito preconceito, tem racismo, tem machismo, tem tudo”, respondeu.

Marina voltou a afirmar que os deputados de oposição estavam sendo machistas. Quando defendia servidores do Ibama, o deputado Cabo Gilberto Silva (PL-PB) gritou “calma, ministra”. Ela respondeu.
“Olha, isso não é uma forma de se dirigir a uma mulher. Quando vocês (homens) levantam a voz, dizem que estão sendo incisivos, contundentes. Quando uma mulher fala com firmeza”, dizia a ministra, até ser novamente interrompida e não conseguir concluir o raciocínio. Para a ministra, a postura dela não é “show, é defesa da dignidade”.

Fonte: Portal Band

Foto: Vinícius Loures / Câmara dos Deputados

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