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Foragida, Zambelli completa um mês na mira de Moraes e da Interpol

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Nesta sexta-feira (4) se completa um mês desde que o ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), determinou a prisão preventiva da deputada federal licenciada Carla Zambelli (PL-SP). Desde então, ela passou a ser considerada foragida em território brasileiro, mas a fuga da parlamentar vai além.

Na mesma decisão, o magistrado determinou que a PF (Polícia Federal) fizesse o procedimento de solicitação para inclusão do nome da parlamentar na Difusão Vermelha da Interpol, a rede internacional de polícias.

No mesmo dia, a PF enviou o pedido à Interpol e no dia 5, às 12h45, o nome de Zambelli passou a ser procurado em 196 países, com inclusão na lista de procuradas internacionais.

Horas antes, a deputada havia divulgado informação em rede social que sairia dos Estados Unidos, onde estava, em direção à Itália.

A CNN mostrou que a Polícia Federal, com apoio da Interpol e da polícia da Itália, chegou a organizar a prisão da deputada no aeroporto de Roma, na Itália, na manhã de quinta-feira (5). A detenção, porém, não foi cumprida porque a parlamentar desembarcou na Europa às 11h, horário em que o nome dela ainda não constava como foragida internacional na lista vermelha da Interpol. Desde então, a parlamentar segue foragida com paradeiro incerto para as autoridades internacionais.

Em entrevista à CNN na quinta-feira (3), o advogado de Carla Zambelli, Fábio Pagnozzi, negou que a deputada esteja foragida e que ela está “à disposição das autoridades italianas”.

Pelas leis italianas, a deputada pode ser presa com base na decisão do STF e no nome na Interpol.
Segundo o embaixador do Brasil na Itália, Renato Mosca, há indícios de que a parlamentar esteja nos arredores de Roma.

“Neste momento, a polícia não só está investigando, mas acompanhando indícios de onde ela poderia estar escondida. No momento, há indícios de que ela teria ido para um apartamento nos arredores de Roma”, disse Mosca à CNN há duas semanas.

Carla Zambelli deixou o Brasil para evitar a execução de sua prisão após ser condenada pelo Supremo Tribunal Federal a 10 anos de cadeia pelos crimes de falsidade ideológica e invasão do sistema de informática do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

CNN Brasil

Foto: Zeca Ribeiro/ Câmara dos Deputados

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