CONSENSO ENTRE CHINA E UNIãO EUROPEIA SOBRE VEíCULOS ELéTRICOS E HíBRIDOS EVITA ESCALADA EM DISPUTAS COMERCIAISCOLISãO NA PB-095 DEIXA CRIANçA DE 10 ANOS MORTA E CONDUTOR GRAVEMENTE FERIDO EM LAGOA SECAPERSEGUIçãO E CONFRONTO COM A PM TERMINAM EM MORTE DE SUSPEITO DE ASSALTO EM CAMPINA GRANDESUSPEITO DE COLISãO FATAL EM JOãO PESSOA ALEGA DISTRAçãO COM CELULAR E NEGA ‘CAVALO DE PAU’PROJETOS DA UFPB REABILITAM PACIENTES COM DEFORMIDADES FACIAIS EM JOãO PESSOACAMPINA GRANDE, 162 ANOS: A FORçA DA TRADIçãO QUE IMPULSIONA O FUTURO DA “RAINHA DA BORBOREMA”UFPB ACIONA AUTORIDADES APóS IDENTIFICAçãO DE APOLOGIA AO NAZISMO NO CAMPUS DE JOãO PESSOAVEJA O QUE ABRE E O QUE FECHA DURANTE O FERIADãO EM CAMPINA GRANDEEX-PREFEITA DE JOCA CLAUDINO é PRESA E CUMPRIRá PENA DE 14 ANOS EM REGIME FECHADOUFCG REFORçA SEGURANçA APóS ESTUDANTES DE FACULDADE PRIVADA RETIRAREM CARTAZES NO INTERIOR DA INSTITUIçãOCONSENSO ENTRE CHINA E UNIãO EUROPEIA SOBRE VEíCULOS ELéTRICOS E HíBRIDOS EVITA ESCALADA EM DISPUTAS COMERCIAISCOLISãO NA PB-095 DEIXA CRIANçA DE 10 ANOS MORTA E CONDUTOR GRAVEMENTE FERIDO EM LAGOA SECAPERSEGUIçãO E CONFRONTO COM A PM TERMINAM EM MORTE DE SUSPEITO DE ASSALTO EM CAMPINA GRANDESUSPEITO DE COLISãO FATAL EM JOãO PESSOA ALEGA DISTRAçãO COM CELULAR E NEGA ‘CAVALO DE PAU’PROJETOS DA UFPB REABILITAM PACIENTES COM DEFORMIDADES FACIAIS EM JOãO PESSOACAMPINA GRANDE, 162 ANOS: A FORçA DA TRADIçãO QUE IMPULSIONA O FUTURO DA “RAINHA DA BORBOREMA”UFPB ACIONA AUTORIDADES APóS IDENTIFICAçãO DE APOLOGIA AO NAZISMO NO CAMPUS DE JOãO PESSOAVEJA O QUE ABRE E O QUE FECHA DURANTE O FERIADãO EM CAMPINA GRANDEEX-PREFEITA DE JOCA CLAUDINO é PRESA E CUMPRIRá PENA DE 14 ANOS EM REGIME FECHADOUFCG REFORçA SEGURANçA APóS ESTUDANTES DE FACULDADE PRIVADA RETIRAREM CARTAZES NO INTERIOR DA INSTITUIçãO

Tensão entre Israel e Irã eleva petróleo, pressiona combustíveis e acende alerta sobre inflação

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A escalada das tensões entre Irã e Israel provocou uma disparada nos preços do petróleo. O barril do tipo Brent ultrapassou os US$ 76 (cerca de R$ 418) nesta semana, com alta de mais de 4%, refletindo o temor de que o conflito afete rotas estratégicas de exportação no Oriente Médio.

Embora o choque de oferta ainda seja considerado “temporário”, economistas já projetam impactos no bolso do consumidor brasileiro caso a crise persista por mais de um mês.

“Se continuar, o efeito pode ser bem mais complicado. O Irã exporta ureia, usada como fertilizante no agronegócio. O preço do petróleo vai aumentar, assim como o da gasolina, do frete e dos alimentos — ou seja, pressiona a inflação de forma generalizada”, explica Roberto Dumas, professor da FIA Business School.

Entre os gargalos logísticos citados, estão o Estreito de Ormuz, por onde passam cerca de 30% do petróleo transportado por mar no mundo, e outros pontos sensíveis afetados por tensões paralelas, como o Mar Vermelho e o Canal de Suez.

Além dos combustíveis, o custo de produção e transporte tende a subir, o que pode contaminar toda a cadeia de preços.
“Com fretes mais caros e estoques mais baixos, as empresas vão evitar operar no limite. O cenário beligerante torna os gargalos logísticos ainda mais críticos, e isso acaba chegando ao consumidor na prateleira do supermercado”, afirmou Dumas.

Petrobras, preços e política fiscal
Apesar de o Brasil ser autossuficiente na produção de petróleo, a Petrobras ainda depende da importação para suprir o mercado de derivados, como a gasolina. Isso limita a margem de manobra para segurar preços internamente sem gerar distorções ou riscos de desabastecimento.

“A Petrobras não é autossuficiente em gasolina. Cerca de 30% vêm do mercado externo. Se o governo insistir em segurar artificialmente os preços, os importadores saem do mercado, e pode faltar gasolina”, alerta o economista.

Segundo ele, o governo enfrenta um dilema: ou permite o repasse da alta do petróleo para os preços — com impacto direto na inflação e na taxa de juros — ou assume o custo fiscal de manter os valores controlados, o que pressiona ainda mais as contas públicas.

“O Brasil já opera com déficit de 7,7%. Se a Petrobras deixa de distribuir dividendos para segurar os preços, o Tesouro perde receita e precisa compensar com mais imposto ou corte de gastos. E isso também gera alta na taxa de juros, seja por via da inflação ou da percepção de risco fiscal”, afirma.

Na avaliação do especialista, o atual cenário reduz a possibilidade de cortes nos juros no curto prazo e pode levar a uma Selic mais alta por mais tempo.
“Ou a alta do petróleo leva ao aumento da Selic ou a uma inclinação maior da curva de juros. Não tem por onde correr.”

Fonte: R7

Foto: José Cruz/ Agência Brasil

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