PREFEITURA DE CAMPINA GRANDE INAUGURA REFORMA E AMPLIAçãO DA CRECHE LENISE MEDEIROS, NAS MALVINAS​JUSTIçA AFASTA PREFEITO ELEITO DE CABEDELO EM OPERAçãO CONTRA FRAUDE E CRIME ORGANIZADO​MOBILIZAçãO HISTóRICA DO SINTAB EM DEFESA DOS PISOS SALARIAIS DOS GARIS E PROFISSIONAIS DO APOIO REúNE TRABALHADORES E LIDERANçAS POLíTICAS EM CGEDVALDO NETO é ELEITO PREFEITO DE CABEDELO EM PLEITO SUPLEMENTARENCONTRO PROMOVIDO PELO SINTAB EM CAMPINA GRANDE DISCUTE A IMPLEMENTAçãO DO PISO NACIONAL PARA GARIS E PROFISSIONAIS DE APOIOINDíGENAS PARAIBANOS PARTICIPARAM EM BRASíLIA DA 22ª EDIçãO DO ACAMPAMENTO TERRA LIVREROMPENDO O SILêNCIO: SENADORA DANIELLA RIBEIRO RELATA VIOLêNCIA E ABUSO PSICOLóGICO EM EVENTO NO TJPBLULA SANCIONA LEI QUE TORNA OBRIGATóRIO O USO DE TORNOZELEIRA ELETRôNICA PARA AGRESSORES DE MULHERESALPB CRIA AUXíLIO EMERGENCIAL PARA ATINGIDOS POR ROMPIMENTO DE RESERVATóRIO EM CGOPERAçãO QUATRO PATAS 2026 REGISTRA PRISõES E RESGATA 44 ANIMAIS EM CAMPINA GRANDEPREFEITURA DE CAMPINA GRANDE INAUGURA REFORMA E AMPLIAçãO DA CRECHE LENISE MEDEIROS, NAS MALVINAS​JUSTIçA AFASTA PREFEITO ELEITO DE CABEDELO EM OPERAçãO CONTRA FRAUDE E CRIME ORGANIZADO​MOBILIZAçãO HISTóRICA DO SINTAB EM DEFESA DOS PISOS SALARIAIS DOS GARIS E PROFISSIONAIS DO APOIO REúNE TRABALHADORES E LIDERANçAS POLíTICAS EM CGEDVALDO NETO é ELEITO PREFEITO DE CABEDELO EM PLEITO SUPLEMENTARENCONTRO PROMOVIDO PELO SINTAB EM CAMPINA GRANDE DISCUTE A IMPLEMENTAçãO DO PISO NACIONAL PARA GARIS E PROFISSIONAIS DE APOIOINDíGENAS PARAIBANOS PARTICIPARAM EM BRASíLIA DA 22ª EDIçãO DO ACAMPAMENTO TERRA LIVREROMPENDO O SILêNCIO: SENADORA DANIELLA RIBEIRO RELATA VIOLêNCIA E ABUSO PSICOLóGICO EM EVENTO NO TJPBLULA SANCIONA LEI QUE TORNA OBRIGATóRIO O USO DE TORNOZELEIRA ELETRôNICA PARA AGRESSORES DE MULHERESALPB CRIA AUXíLIO EMERGENCIAL PARA ATINGIDOS POR ROMPIMENTO DE RESERVATóRIO EM CGOPERAçãO QUATRO PATAS 2026 REGISTRA PRISõES E RESGATA 44 ANIMAIS EM CAMPINA GRANDE

Comissão da Câmara aprova isenção do IR para quem ganha até R$ 5 mil

Compartilhe

O Projeto de Lei (PL) 1.087/2025, que reforma o Imposto de Renda (IR), foi aprovado nesta quarta-feira (16), em votação simbólica, na Comissão Especial da Câmara dos Deputados que analisa o texto.

Apresentada pelo governo federal, a proposta prevê isenção do Imposto sobre a Renda da Pessoa Física (IRPF) para quem ganha até R$ 5 mil mensais e reduz parcialmente o imposto para aqueles que recebem até R$ 7 mil. O texto agora pode ser votado no plenário da Casa, o que deve ocorrer em agosto.

Os deputados aprovaram o parecer do relator, Arthur Lira (PP-AL), que, entre outros pontos, ampliou de R$ 7 mil para R$ 7.350,00 o valor para a redução parcial do imposto. O projeto prevê também a cobrança de uma alíquota extra progressiva de até 10% para quem ganha acima de R$ 600 mil por ano, ou R$ 50 mil por mês. A alíquota máxima, de 10%, passará a ser cobrada das pessoas que ganham a partir de R$ 1,2 milhão por ano.

“É uma parte do caminho percorrido. Vamos continuar dialogando. A matéria deve ir a plenário, a depender da pauta dos líderes e do presidente [da Câmara] Hugo [Motta], em agosto. Daqui para lá, vamos continuar atentos a qualquer tipo de distorção, de aprimoramento, de melhora de texto, para que este fique cada vez mais justo ou cada mais perto de uma realidade que todos procuraram quando depositaram seus votos por unanimidade no texto principal. Houve alguns destaques, como é democrático e comum na Casa, e tiveram sua apreciação democrática”, disse Lira ao final da reunião que aprovou o texto.

Na avaliação do presidente da comissão especial, Rubens Pereira Júnior (PT-MA), o projeto vai ajudar a diminuir a injustiça tributária no país, com a cobrança da alíquota máxima de 10%.

“No Brasil, há essa injustiça tributária, onde o mais pobre paga muito e o quem ganha muito paga pouco, ou quase nada. Com a aprovação do projeto, isso muda: quem ganha pouco vai pagar nada e quem ganha muito vai pagar um pouquinho a mais”, afirmou.

Quanto ao parecer apresentado na semana passada, Lira voltou a incorporar a aplicação de um redutor na tributação de quem ganha mais, quando a carga tributária total, resultante da soma do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) pagos pela empresa ao imposto mínimo devido pelo sócio, ultrapassar 34%.

O deputado também manteve a tributação de 10% sobre dividendos enviados ao exterior, mas instituiu três exceções à cobrança: quando remetidos para governos estrangeiros, desde que haja reciprocidade de tratamento, remessas a fundos soberanos e remessas a entidades no exterior que administrem benefícios previdenciários.

O texto manteve a exclusão de títulos incentivados, como LCIs, LCAs, CRIs, CRAs, FIIs e Fiagros, da base de cálculo do imposto mínimo efetivo da alta renda.

Recentemente, o governo editou medida provisória com o fim da isenção desses instrumentos financeiros.

Além disso, foi mantida a previsão de cobrar 10% de IR sobre dividendos recebidos por acionistas pessoas físicas domiciliados no Brasil, caso recebam mais de R$ 50 mil por empresa. Os dividendos são a parcela do lucro que as empresas pagam aos acionistas e, desde a década de 1990, são isentos de IR.

Compensação

A proposta também prevê mecanismos de compensação de possíveis perdas de arrecadação do Imposto de Renda (IR) de estados e municípios e do Distrito Federal.

Pelos cálculos apresentados no projeto, o governo federal conseguirá, entre 2026 e 2028, uma receita com superávit de cerca de R$ 12,27 bilhões, valor que deverá ser usado para compensar, caso haja, perdas de estados, do Distrito Federal e de municípios em razão da redução da arrecadação do Imposto de Renda incidente sobre os rendimentos de seus próprios servidores.

Outro ponto de destaque do projeto é a chamada neutralidade. Ou seja, se houver arrecadação maior do que a prevista para compensar a isenção e a redução na alíquota do IRPF, os valores deverão ter outras destinações, a exemplo da compensação a estados e municípios.

Para garantir a neutralidade do projeto de lei, o texto prevê ainda que a arrecadação da União que exceder o montante necessário para compensar a redução do imposto e a compensação de perdas de estados e municípios deverá ser usada para reduzir a alíquota-padrão da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), do ano subsequente. Criada pela reforma tributária do consumo, a CBS substituirá cinco tributos federais a partir de 2027.

“Pegamos o projeto do Executivo e o aperfeiçoamos. O projeto que sai daqui, sai com mais justiça social. Afinal de contas, conseguimos aumentar até R$ 7.350, e ele sai com mais neutralidade com a aprovação do CBS. E ainda conseguimos aprovar a compensação para estados e municípios”, destacou Pereira Júnior. “Vejam, ressalvados os destaques, o texto foi aprovado por unanimidade, do [Partido] Novo ao PSOL, ressalvados os destaques, o que mostra que o projeto, de fato, melhorou muito” acrescentou.

Agência Brasil

Foto: Lula Marques/Agência Brasil

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *