EM SESSãO SOLENE, DONO DO GRUPO ‘O CEARENSE’ RECEBE TíTULO DE CIDADANIA CAMPINENSEAPROVADO PELA CâMARA, PROJETO DE OLIMPIO QUE OBRIGA COMUNICAçãO DE ABANDONO DE IDOSOS EM ASILOS AGUARDA SANçãO DO PREFEITO​CâMARA DE JOãO PESSOA APROVA PROJETO QUE PROíBE PUBLICIDADE DE “BETS” EM áREAS PúBLICAS30 ANOS DE RECONHECIMENTO: ISEA DE CG RECEBE MAIS UMA VEZ O TíTULO DE HOSPITAL AMIGO DA CRIANçA E CERTIFICAçãO DA FIOCRUZCâMARA DOS DEPUTADOS APROVA PEC DO FIM DA ESCALA 6×1; OS 12 PARLAMENTARES PARAIBANOS VOTARAM A FAVORGOVERNADOR LUCAS RIBEIRO ANUNCIA AçõES DO SãO JOãO 2026 EM 134 MUNICíPIOS E REFORçA APOIO DO ESTADO EM CAMPINA GRANDEEMPRESáRIO FRANCISCO MARQUES CLEMENTINO RECEBERá CIDADANIA CAMPINENSE NESTA SEXTA-FEIRA (29)OLIMPIO OLIVEIRA SE REúNE COM LUCAS RIBEIRO E DISCUTE PAUTAS RELEVANTES PARA CAMPINA GRANDEPOLíCIA CIVIL APURA SUSPEITA DE ENVENENAMENTO EM MASSA DE CãES NO MUNICíPIO DE TEIXEIRAPROCON-CG LANçA OPERAçãO “CARRO MISTERIOSO” CONTRA FRAUDES EM COMBUSTíVEISEM SESSãO SOLENE, DONO DO GRUPO ‘O CEARENSE’ RECEBE TíTULO DE CIDADANIA CAMPINENSEAPROVADO PELA CâMARA, PROJETO DE OLIMPIO QUE OBRIGA COMUNICAçãO DE ABANDONO DE IDOSOS EM ASILOS AGUARDA SANçãO DO PREFEITO​CâMARA DE JOãO PESSOA APROVA PROJETO QUE PROíBE PUBLICIDADE DE “BETS” EM áREAS PúBLICAS30 ANOS DE RECONHECIMENTO: ISEA DE CG RECEBE MAIS UMA VEZ O TíTULO DE HOSPITAL AMIGO DA CRIANçA E CERTIFICAçãO DA FIOCRUZCâMARA DOS DEPUTADOS APROVA PEC DO FIM DA ESCALA 6×1; OS 12 PARLAMENTARES PARAIBANOS VOTARAM A FAVORGOVERNADOR LUCAS RIBEIRO ANUNCIA AçõES DO SãO JOãO 2026 EM 134 MUNICíPIOS E REFORçA APOIO DO ESTADO EM CAMPINA GRANDEEMPRESáRIO FRANCISCO MARQUES CLEMENTINO RECEBERá CIDADANIA CAMPINENSE NESTA SEXTA-FEIRA (29)OLIMPIO OLIVEIRA SE REúNE COM LUCAS RIBEIRO E DISCUTE PAUTAS RELEVANTES PARA CAMPINA GRANDEPOLíCIA CIVIL APURA SUSPEITA DE ENVENENAMENTO EM MASSA DE CãES NO MUNICíPIO DE TEIXEIRAPROCON-CG LANçA OPERAçãO “CARRO MISTERIOSO” CONTRA FRAUDES EM COMBUSTíVEIS

MP Brasil soberano contra tarifaço de Trump é assinada; veja detalhes

Compartilhe

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou, nesta quarta-feira (13/8), um pacote de medidas para amenizar o impacto do tarifaço imposto pelos Estados Unidos na economia brasileira.

Batizada de Medida Provisória (MP) Brasil soberano, a iniciativa inclui a liberação de R$ 30 bilhões em crédito para os setores afetados, ampliação do programa Reintegra e incentivo a compras governamentais de alimentos, entre outras medidas. O texto será publicado ainda hoje em edição extra do Diário Oficial da União (DOU).

Segundo o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, o Fundo Garantidor de Exportações (FGE) receberá recursos destinados a fornecer crédito barato às empresas que exportam para os Estados Unidos. Além disso, passará por reformas estruturais e vai valer para todo o setor exportador. O crédito para empresas somará R$ 30 bilhões.

O vice-presidente Geraldo Alckmin comentou também a ampliação do programa Reintegra, já lançado para micro e pequenas empresas, e que vai abarcar também todas as empresas que exportam para os Estados Unidos. Com a mudança, micro e pequenas empresas terão devolução de 6% do valor exportado, e as maiores, de 3%.

Outra linha de ação é o aumento das compras governamentais de produtos perecíveis, especialmente de alimentos, para absorver o excesso de produtos. Setores como o de carnes, por exemplo, alertaram que as tarifas impossibilitam a venda para os Estados Unidos.

O anúncio da MP ocorreu no Palácio do Planalto, com a presença de diversos ministros, empresários e sindicalistas. Participaram ainda os presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP).

Veja as medidas anunciadas pelo governo federal:

Linhas de crédito

R$ 30 bilhões do Fundo Garantidor de Exportações (FGE). Empresas mais dependentes das exportações para os EUA serão priorizadas.

Para acessar o crédito, as empresas devem se comprometer a manter o número de empregos.

Prorrogação de prazos do regime de drawback

O governo vai prorrogar por um ano o prazo para que as empresas consigam exportar suas mercadorias que tiveram insumos beneficiados pelo regime, que isenta de impostos a compra de matéria-prima usada para exportação

Vale para as empresas que contrataram exportações para os Estados Unidos que seriam realizadas até o final deste ano.

Diferimento de tributos federais

A Receita Federal fica autorizada a adiar a cobrança do pagamento de impostos federais por dois meses para as empresas mais afetadas.

Compras públicas de alimentos

União, Estados e Municípios poderão fazer compras para seus programas de alimentação (para merenda escolar, hospitais, etc) por meio de procedimento simplificado e média de preço de mercado.

Vale apenas para produtos afetados pelo tarifaço

Modernização do sistema de exportação

Ampliação das regras da garantia à exportação

As mudanças visam fortalecer empresas exportadoras de média e alta intensidade tecnológica e investimentos produtivos em economia verde.

O Plano Brasil Soberano permitirá que bancos e seguradoras utilizem essa garantia em mais tipos de operações.

Prevê mecanismos de compartilhamento de risco entre governo e setor privado, utilizando o Fundo Garantidor do Comércio Exterior (FGCE) como mecanismo de primeiras perdas, aumentando o acesso a crédito e reduzindo custos.

Fundos garantidores

Aporte de R$ 1,5 bilhão para o Fundo Garantidor do Comércio Exterior (FGCE),

R$ 2 bilhões para o Fundo Garantidor para Investimentos (FGI), do BNDES

R$ 1 bilhão para o Fundo de Garantia de Operações (FGO), do Banco do Brasil, voltados prioritariamente ao acesso de pequenos e médios exportadores.

Novo Reintegra para empresas afetadas

O Reintegra para as Empresas Exportadoras devolve aos exportadores brasileiros parte dos tributos pagos ao longo da cadeia produtiva, na forma de crédito tributário.

Atualmente, empresas de grande e médio porte de produtos industrializados têm alíquota de 0,1%; enquanto micro e pequenas, por meio do programa Acredita Exportação, recebem de volta 3% de alíquota.

A medida aumenta em até três pontos percentuais o benefício para empresas cujas exportações de produtos industrializados foram prejudicadas. Grandes e médias empresas passam a contar com até 3,1% de alíquota, e as micro e pequenas, com até 6%.

As novas condições valerão até dezembro de 2026 e terão impacto de até R$ 5 bilhões.

Correio Braziliense

Foto: Ed Alves/CB/D.A Press

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *