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Moraes cita plano de fuga e violação de tornozeleira ao ordenar prisão de Bolsonaro

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O ministro Alexandre de Moraes, do STF, fundamentou a prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) com base no risco de fuga e na violação de sua tornozeleira eletrônica na madrugada de sábado (22). As informações constam em reportagem publicada originalmente pela Folha de S.Paulo, fonte à qual esta matéria credita o conteúdo utilizado.

Segundo a Folha de S.Paulo, Moraes relatou que o equipamento de monitoramento, usado por Bolsonaro desde julho, foi rompido às 0h08 de sábado (22). Para o ministro, a violação ocorreu em meio ao tumulto gerado pela vigília convocada pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em frente ao condomínio do ex-presidente, o que poderia ter sido utilizado como cobertura para uma tentativa de fuga.

Na decisão, Moraes registrou: “O Centro de Integração de Monitoração Integrada do Distrito Federal comunicou a esta Suprema Corte a ocorrência de violação do equipamento de monitoramento eletrônico do réu Jair Messias Bolsonaro, às 0h08min do dia 22/11/2025”. O ministro acrescentou que “a informação constata a intenção do condenado de romper a tornozeleira eletrônica para garantir êxito em sua fuga, facilitada pela confusão causada pela manifestação convocada por seu filho”.

Outro ponto que pesou na determinação da prisão foi a avaliação de que Bolsonaro poderia tentar abrigo diplomático. Moraes observou que o condomínio do ex-presidente fica a aproximadamente 13 quilômetros da embaixada dos Estados Unidos, trajeto estimado em cerca de 15 minutos de carro. Ele afirmou ainda que Bolsonaro teria cogitado uma “fuga para a embaixada da Argentina, por meio de solicitação de asilo político àquele país”.

A Polícia Federal cumpriu o mandado de prisão preventiva na manhã de sábado (22), levando Bolsonaro da residência onde cumpria prisão domiciliar desde 4 de agosto à Superintendência da PF em Brasília. O deslocamento foi feito por um comboio com pelo menos cinco veículos, que chegou ao local por volta das 6h. A PF informou que agiu por determinação do STF, do qual Moraes é relator no processo que apura a trama golpista.

Aliados relataram que Bolsonaro apresentava soluços, mas se mantinha sereno no momento em que foi detido. Até a publicação desta matéria, sua defesa ainda não havia se manifestado publicamente.

Brasil 247

Foto: Rosinei Coutinho/STF

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