CONSENSO ENTRE CHINA E UNIãO EUROPEIA SOBRE VEíCULOS ELéTRICOS E HíBRIDOS EVITA ESCALADA EM DISPUTAS COMERCIAISCOLISãO NA PB-095 DEIXA CRIANçA DE 10 ANOS MORTA E CONDUTOR GRAVEMENTE FERIDO EM LAGOA SECAPERSEGUIçãO E CONFRONTO COM A PM TERMINAM EM MORTE DE SUSPEITO DE ASSALTO EM CAMPINA GRANDESUSPEITO DE COLISãO FATAL EM JOãO PESSOA ALEGA DISTRAçãO COM CELULAR E NEGA ‘CAVALO DE PAU’PROJETOS DA UFPB REABILITAM PACIENTES COM DEFORMIDADES FACIAIS EM JOãO PESSOACAMPINA GRANDE, 162 ANOS: A FORçA DA TRADIçãO QUE IMPULSIONA O FUTURO DA “RAINHA DA BORBOREMA”UFPB ACIONA AUTORIDADES APóS IDENTIFICAçãO DE APOLOGIA AO NAZISMO NO CAMPUS DE JOãO PESSOAVEJA O QUE ABRE E O QUE FECHA DURANTE O FERIADãO EM CAMPINA GRANDEEX-PREFEITA DE JOCA CLAUDINO é PRESA E CUMPRIRá PENA DE 14 ANOS EM REGIME FECHADOUFCG REFORçA SEGURANçA APóS ESTUDANTES DE FACULDADE PRIVADA RETIRAREM CARTAZES NO INTERIOR DA INSTITUIçãOCONSENSO ENTRE CHINA E UNIãO EUROPEIA SOBRE VEíCULOS ELéTRICOS E HíBRIDOS EVITA ESCALADA EM DISPUTAS COMERCIAISCOLISãO NA PB-095 DEIXA CRIANçA DE 10 ANOS MORTA E CONDUTOR GRAVEMENTE FERIDO EM LAGOA SECAPERSEGUIçãO E CONFRONTO COM A PM TERMINAM EM MORTE DE SUSPEITO DE ASSALTO EM CAMPINA GRANDESUSPEITO DE COLISãO FATAL EM JOãO PESSOA ALEGA DISTRAçãO COM CELULAR E NEGA ‘CAVALO DE PAU’PROJETOS DA UFPB REABILITAM PACIENTES COM DEFORMIDADES FACIAIS EM JOãO PESSOACAMPINA GRANDE, 162 ANOS: A FORçA DA TRADIçãO QUE IMPULSIONA O FUTURO DA “RAINHA DA BORBOREMA”UFPB ACIONA AUTORIDADES APóS IDENTIFICAçãO DE APOLOGIA AO NAZISMO NO CAMPUS DE JOãO PESSOAVEJA O QUE ABRE E O QUE FECHA DURANTE O FERIADãO EM CAMPINA GRANDEEX-PREFEITA DE JOCA CLAUDINO é PRESA E CUMPRIRá PENA DE 14 ANOS EM REGIME FECHADOUFCG REFORçA SEGURANçA APóS ESTUDANTES DE FACULDADE PRIVADA RETIRAREM CARTAZES NO INTERIOR DA INSTITUIçãO

Governo admite ceder parcialmente em taxação de ricos, mas quer compensação total do IR

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O governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vai fazer uma grande disputa política em torno da taxação dos ricos como medida compensatória da isenção do Imposto de Renda até R$ 5 mil, mas nos bastidores já admite ceder parcialmente neste flanco.
A leitura é que, desde que esteja garantida a cobertura da conta do benefício para a classe média, há disposição de negociar mexidas no projeto que vierem a ser propostas pelo Congresso, mesmo que isso signifique começar a nova tributação em algum nível acima dos R$ 50 mil originalmente propostos ou mexer na escadinha que coloca a alíquota de 10% acima de R$ 120 mil mensais.

O PP largou na frente nesse processo. Liderado pelo presidente, senador Ciro Nogueira (PI), o partido do centrão apresentou uma série de ideias de compensação, mirando amenizar a proposta inicial do governo. Além de subir para R$ 150 mil mensais o ponto de partida da cobrança, a proposta alonga a escadinha da taxação, que chegaria a 15% só para rendas acima de R$ 1 bilhão anuais.
Para completar a conta da compensação, o partido do qual faz parte o recém-indicado relator da matéria na Câmara, Arthur Lira (AL), também propôs uma redução linear de 2,5% em benefícios tributários, e a elevação de 5% na CSLL de bancos.

Como não seria “centrão” se o partido não fizesse algo que impactasse os gastos, a proposta também prevê que o governo federal terá que ressarcir estados e municípios pelo impacto da isenção na arrecadação dos governos regionais.

Direcionando o debate
A proposta do PP deve ser vista, nesse primeiro momento, menos ao pé de letra e mais como uma tentativa de direcionar o debate para aliviar a taxação dos ricos e buscar alternativas para a medida compensatória. A inclusão de uma redução linear de gastos tributários conversa com o que o próprio presidente da Câmara, Hugo Motta, mencionou no seu discurso no Planalto quando foi formalizado o envio do projeto de reforma do IR.

Na ocasião, Motta também colocou como alternativa compensatória a discussão sobre “eficiência do estado”, um eufemismo para corte de gastos.

A seu favor, o governo tem um leque de pesquisas internas, completado com a Quaest dessa semana, mostrando que a população apoia amplamente a taxação dos mais ricos. E isso já está inserido na disputa política no Congresso. Ou seja, ainda que tenha chances razoáveis de ser flexibilizada na tramitação, alguma cobrança de imposto adicional para o “andar de cima” deverá ser aprovada pelos parlamentares.

Cortar emendas melhoraria fiscal
A ideia de fazer uma redução linear de renúncias tributárias trazida pelo PP não é ruim. Já havia esse tipo de discussão no governo, mas o avanço sempre avançou em considerações de viabilidade política. Com o “centrão” entrando nesse jogo, a chance de fazer algo nessa “caixa preta”, como tem chamado o ministro Fernando Haddad, aumenta.

O ideal seria que tanto a taxação dos ricos quanto a diminuição de renúncias prosperassem. Afinal, o país ainda precisa avançar na melhora de sua posição fiscal e consolidar resultados primários positivos — lembrando que a meta fiscal de 2026 é de um superávit de 0,25% do PIB, algo que parece bastante desafiante.
É claro que também há desafios do lado do gasto a serem enfrentados no Brasil e isso não pode ser esquecido, o que nem de longe significa deixar de caminhar para corrigir o iníquo sistema tributário brasileiro. Atacar o sistema de privilégios remuneratórios do setor público (em especial do Judiciário), o excessivo gasto de pessoal com militares, o assombroso volume de emendas parlamentares em um orçamento já bastante engessado e a elevada rigidez dos gastos públicos também deveria ser prioridade da agenda legislativa neste ano.

Só um exemplo: se o Congresso reduzisse em R$ 15 bilhões suas emendas parlamentares (reduzindo o limite total de gastos na mesma proporção), ainda assim teriam um volume bem acima da média internacional de recursos para usarem livremente nas suas bases e pagaria mais da metade da conta da isenção.
Hugo Motta, Davi Alcolumbre e Arthur Lira terão coragem de recuar um pouco nas emendas? É improvável. Mas o debate precisa ser colocado.

Fonte: Jota

Foto: Reprodução/CNN

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