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Análise: Copa do Mundo de Clubes veio para ficar

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Por Roberto Fonseca*

A eletrizante Copa do Mundo de Clubes começa a definir hoje os quatro semifinalistas. Oito times de três continentes entram em campo nas quartas de final, com dois brasileiros na disputa. Daqui até o fim da competição, previsto para 13 de julho, serão apenas mais sete partidas, tendo em vista que não haverá disputa pelo terceiro lugar. Mas um sentimento é certo: merece, desde já, novas edições.
Faço parte da turma que considera o torneio um sucesso. Com 32 equipes, oferece uma vitrine global para clubes com pouca exposição internacional, ao contrário do que normalmente ocorre com os gigantes europeus. Os brasileiros, por exemplo, tiveram uma excelente oportunidade de reforçar a imagem no exterior e fechar acordos comerciais e esportivos.

A premiação também se mostra excelente. A Fifa destinou um valor recorde para a competição: chega a US$ 1 bilhão. O campeão pode faturar até US$ 125 milhões e, aqui, abro um parêntesis: o risco da criação de um abismo financeiro entre os times que participam dos que ficam fora da competição. Pelas vitórias conquistadas até agora, somada com a classificação às quartas de final, Palmeiras e Fluminense vão receber o dobro do valor destinado ao campeão da Copa do Brasil, um dos torneios que mais rendem dinheiro no país. Participar de uma eventual segunda edição da Copa do Mundo de Clubes precisa fazer parte do planejamento estratégico de qualquer departamento de futebol por aqui.

E há também o fator audiência. Vimos alguns estádios bem vazios nos Estados Unidos, mas mundo afora o interesse do público lembra uma Copa do Mundo de Seleções. Bares registraram um incremento no faturamento no Brasil. Imagens de pubs lotados na Europa viralizaram nas redes sociais. A estrutura montada na Praia de Copacabana para acompanhar em dois telões os jogos dos times cariocas se mostrou um sucesso.
Com entrada gratuita, tornou-se um ponto de encontro de turistas com os moradores locais.

Evidente que sempre há pontos de melhorias. O formato de classificação, por exemplo, excluiu equipes que jogaram o fino da bola na temporada 2024/2025. Os campeões Liverpool, na Inglaterra, e Barcelona, na Espanha, não puderam entrar por conta da regra que não permite mais de dois times por país, exceto se forem campeões continentais. Será um ponto de atenção que a Fifa precisará atuar para evitar a resistência dos europeus a uma eventual segunda edição.

Hoje, tricolores e palmeirenses viverão uma experiência única. Os rivais vão secar. Faz parte do futebol. Mas, com certeza, sentem uma pontinha de inveja. E as semifinais são logo ali. Acreditem.

* Formado em jornalismo no UniCeub, cursou ciência política na UnB com pós-graduação em Comunicação Política no Legislativo. É apresentador do programa CB.Poder, da TV Brasília

Correio Braziliense

Fotos: Paul Ellis/AFP e Francois Nel/Getty Images via AFP

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