LUTO NO FORRó: MORRE, AOS 61 ANOS, O SANFONEIRO ABDIAS DO ACORDEONMORRE O ATOR RUI REZENDE, IMORTALIZADO PELO PAPEL DE PROFESSOR ASTROMAR, EM “ROQUE SANTEIRO”INVESTIGAçãO APURA DESVIO DE CONSIGNADOS DE GARIS EM JOãO PESSOAPROCON-CG REALIZA VISTORIAS EM BARES E RESTAURANTES PARA AVALIAR QUALIDADE DAS BEBIDAS​JUSTIçA PARAIBANA CONCEDE SALVO-CONDUTO PARA CULTIVO MEDICINAL DE CANNABISROMERO RODRIGUES LICENCIA-SE DO MANDATO PARA RECUPERAçãO APóS ACIDENTE; LEONARDO GADELHA ASSUME VAGAOPERAçãO DO MP-PROCON AUTUA SUPERMERCADOS POR IRREGULARIDADES NO SERTãO PARAIBANOVIGILâNCIA AMBIENTAL DE CAMPINA GRANDE ORIENTA POPULAçãO SOBRE ELIMINAçãO SEGURA DO CARAMUJO AFRICANO​OPERAçãO NA PARAíBA BLOQUEIA R$ 101 MILHõES DE ESQUEMA DE APOSTAS ILEGAIS​MPPB APONTA RISCO à SEGURANçA PúBLICA E DEGRADAçãO AMBIENTAL NO ENTORNO DE PRESíDIO EM JOãO PESSOALUTO NO FORRó: MORRE, AOS 61 ANOS, O SANFONEIRO ABDIAS DO ACORDEONMORRE O ATOR RUI REZENDE, IMORTALIZADO PELO PAPEL DE PROFESSOR ASTROMAR, EM “ROQUE SANTEIRO”INVESTIGAçãO APURA DESVIO DE CONSIGNADOS DE GARIS EM JOãO PESSOAPROCON-CG REALIZA VISTORIAS EM BARES E RESTAURANTES PARA AVALIAR QUALIDADE DAS BEBIDAS​JUSTIçA PARAIBANA CONCEDE SALVO-CONDUTO PARA CULTIVO MEDICINAL DE CANNABISROMERO RODRIGUES LICENCIA-SE DO MANDATO PARA RECUPERAçãO APóS ACIDENTE; LEONARDO GADELHA ASSUME VAGAOPERAçãO DO MP-PROCON AUTUA SUPERMERCADOS POR IRREGULARIDADES NO SERTãO PARAIBANOVIGILâNCIA AMBIENTAL DE CAMPINA GRANDE ORIENTA POPULAçãO SOBRE ELIMINAçãO SEGURA DO CARAMUJO AFRICANO​OPERAçãO NA PARAíBA BLOQUEIA R$ 101 MILHõES DE ESQUEMA DE APOSTAS ILEGAIS​MPPB APONTA RISCO à SEGURANçA PúBLICA E DEGRADAçãO AMBIENTAL NO ENTORNO DE PRESíDIO EM JOãO PESSOA

Senado debate Novo Código Eleitoral para 2026. Veja o que pode mudar

Compartilhe

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Federal começa a discutir, na próxima semana, o projeto de lei complementar (PLP) 112/2021, que institui o novo Código Eleitoral.

O extenso texto, relatado pelo senador Marcelo Castro (MDB-PI), visa consolidar em uma única lei toda a legislação eleitoral e partidária do país, hoje dispersa em leis diversas.

A proposta foi aprovada na Câmara dos Deputados em 2021. Agora, o início da leitura do novo relatório na CCJ está marcado para a próxima quarta-feira (2/4), e o relator pretende finalizar a tramitação do texto nas duas Casas até outubro, para que as regras sejam válidas para as eleições de 2026.

O código relatado por Castro versa sobre diferentes pontos relacionados ao pleito, entre eles: direitos fundamentais dos eleitores, regras para partidos políticos, organização e fiscalização dos pleitos, regras do sistema eleitoral, critérios para inelegibilidade, financiamento de campanhas e crimes eleitorais.

Entre as principais novidades, está a reserva de vagas para mulheres eleitas. O texto propõe 20% das vagas das duas Casas nos próximos 20 anos para se alcançar a paridade de gênero no Parlamento.

A medida é vista como mais efetiva que o número mínimo de candidatas mulheres, uma vez que alguns partidos usam as chamadas laranjas, não competitivas, para atingir a quantidade exigida de candidaturas.

A reserva de vagas é descrita pelo relator como “a única solução capaz de viabilizar efetivamente a ampliação da participação feminina na política, tendo em vista o altíssimo custo das campanhas eleitorais no Brasil e a adoção do sistema proporcional de listas abertas”.

Outro tema abordado no PLP é o transporte público gratuito para eleitores no dia da votação. “Ainda que a redução da abstenção dependa prioritariamente do aumento da proximidade geográfica entre o eleitor e o respectivo local de votação, entendemos que a medida pode contribuir para um maior comparecimento às urnas”, defende o relator.

Inelegibilidade
Já sobre os casos de inelegibilidade, o projeto altera o prazo para, no máximo, oito anos. “Para tal, como regra o marco inicial da contagem do prazo previsto na proposição é da decisão sancionadora, enquanto, no texto hoje vigente, é, em regra, o final do cumprimento da respectiva pena ou da legislatura ou mandato”, prevê o relatório.
O código fixa como 2 de abril o prazo geral para desincompatibilização de agentes públicos que queiram disputar as eleições naquele ano. Atualmente, o prazo é de seis meses exatos.

Entre os agentes públicos que precisam se afastar neste período estão ministros de Estado, secretários estaduais ou municipais. Já no caso de juízes, membros do Ministério Público, policiais federais, rodoviários federais, civis e militares, além de guardas municipais e militares, o período de afastamento deve ser de quatro anos antes do pleito.

Fonte: Metrópoles

Foto: Roque de Sá/Agência Senado

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *