​CULTURA POPULAR GANHA FORçA COM A EXPANSãO DO SãO JOãO DE BRINCANTES EM CAMPINA GRANDE​JUSTIçA SUSPENDE DE FORMA IMEDIATA A CPI DA CAGEPA EM JOãO PESSOA​ARTESANATO é DESTAQUE EM DESFILE NO SãO JOãO DE CAMPINA GRANDE​POLíCIA CIVIL INDICIA SEIS PROFISSIONAIS DE SAúDE POR NEGLIGêNCIA EM CASO DE MORTES SUCESSIVAS NO ISEAMINISTéRIO PúBLICO ACIONA JUSTIçA PARA ANULAR ELEIçãO ANTECIPADA DA MESA DIRETORA NA CâMARA DE SERRA BRANCAPREFEITO DE SANTA RITA COBRA TARIFAS SOCIAIS E AVALIA ROMPER CONTRATO DE ABASTECIMENTO DEVIDO A FALHAS NO SERVIçOJORNALISTA PARAIBANA RELATA MOMENTOS DE PâNICO APóS SOFRER TENTATIVA DE ESTUPRO E ASSALTO EM PRAIA DE CABEDELO (VíDEO)GOVERNO DA PARAíBA ANTECIPA PRIMEIRA PARCELA DO 13º SALáRIO NESTA QUARTA-FEIRA​HOSPITAL DA UNIMED CAMPINA GRANDE CELEBRA PRIMEIRO ANO COM MARCA DE 53 MIL ATENDIMENTOS​PM é AFASTADO APóS AGREDIR JOVEM NO SãO JOãO DE CAMPINA GRANDE​CULTURA POPULAR GANHA FORçA COM A EXPANSãO DO SãO JOãO DE BRINCANTES EM CAMPINA GRANDE​JUSTIçA SUSPENDE DE FORMA IMEDIATA A CPI DA CAGEPA EM JOãO PESSOA​ARTESANATO é DESTAQUE EM DESFILE NO SãO JOãO DE CAMPINA GRANDE​POLíCIA CIVIL INDICIA SEIS PROFISSIONAIS DE SAúDE POR NEGLIGêNCIA EM CASO DE MORTES SUCESSIVAS NO ISEAMINISTéRIO PúBLICO ACIONA JUSTIçA PARA ANULAR ELEIçãO ANTECIPADA DA MESA DIRETORA NA CâMARA DE SERRA BRANCAPREFEITO DE SANTA RITA COBRA TARIFAS SOCIAIS E AVALIA ROMPER CONTRATO DE ABASTECIMENTO DEVIDO A FALHAS NO SERVIçOJORNALISTA PARAIBANA RELATA MOMENTOS DE PâNICO APóS SOFRER TENTATIVA DE ESTUPRO E ASSALTO EM PRAIA DE CABEDELO (VíDEO)GOVERNO DA PARAíBA ANTECIPA PRIMEIRA PARCELA DO 13º SALáRIO NESTA QUARTA-FEIRA​HOSPITAL DA UNIMED CAMPINA GRANDE CELEBRA PRIMEIRO ANO COM MARCA DE 53 MIL ATENDIMENTOS​PM é AFASTADO APóS AGREDIR JOVEM NO SãO JOãO DE CAMPINA GRANDE

Epidemia de solidão: como lidar com sentimento de não pertencimento?

Compartilhe

A epidemia de solidão refere-se a um fenômeno crescente, em que um número significativo de pessoas experimenta uma sensação constante de isolamento social e desconexão emocional, mesmo em ambientes urbanizados e repletos de interações. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a epidemia de solidão é uma ameaça à saúde pública.

Este fenômeno tem sido amplamente estudado e preocupa especialistas da saúde, pois afeta não apenas o bem-estar psicológico, mas também a saúde física. Uma pesquisa realizada pela Gallup em cerca de 142 países apontou que uma em cada quatro pessoas lidam com a solidão severa, enquanto a mesma quantidade enfrenta a solidão moderada, sendo que os jovens entre 19 e 29 anos são os mais afetados.

“Da mesma forma que outros desafios de saúde pública, a epidemia de solidão requer uma abordagem humanizada e estratégia coletiva para promover redes de apoio, espaços e atividades nas quais as pessoas possam se sentir compreendidas e conectadas com o próximo”, comenta Aline Sabino, psiquiatra na Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo.

Embora a solidão seja uma experiência humana comum e até mesmo necessária na forma de solitude, a sua prevalência e intensidade atuais configuram uma situação com impactos significativos no bem-estar físico e mental, especialmente dos jovens.

“Uma das principais características da epidemia de solidão é  sentir-se isolado. Essa sensação vai além de estar fisicamente sozinho, nela, o indivíduo passa pelo sentimento de não pertencimento e falta de conexão, mesmo quando está rodeado de pessoas. Outro ponto importante é o impacto que a solidão causa na saúde. A solidão pode estar associada a diversos problemas de saúde, como doenças cardíacas, depressão, ansiedade, sistema imunológico enfraquecido e até demência”, explica Sabino.

Como combater a epidemia de solidão?

A especialista aponta que diversos fatores contribuem para a epidemia de solidão, como o uso excessivo de tecnologia e redes sociais, por exemplo, pode substituir interações sociais presenciais significativas. 

“O crescente individualismo, a cultura do isolamento, a mobilidade geográfica – que pode levar ao afastamento de familiares e amigos – e a falta de espaços públicos de convivência também são fatores que podem agravar a questão”, ressalta a psiquiatra.

Além disso, Sabino explica abaixo algumas atitudes que podemos tomar a nível individual para combater a epidemia de solidão, pensadas desde a busca por conexões sociais até os cuidados com a saúde mental e o uso limitado da tecnologia. 

Procure espaços de convivência: Participe de grupos com interesses em comum, como clubes de leitura, grupos de caminhada ou aulas de dança. Voluntarie-se em organizações locais para conhecer pessoas e fazer a diferença na comunidade.

Reencontre a familiares e amigos: Reconecte-se com amigos e familiares, se a convivência for saudável, agendando encontros presenciais ou virtuais.
Invista em hobbies e atividades: Descubra novas paixões e interesses, como pintura, música, jardinagem ou culinária. Participe de aulas e workshops para aprender novas habilidades e se conectar com pessoas com interesses similares.

Atividades físicas e relaxamento: A prática de técnicas de relaxamento, como meditação e respiração profunda pode ajudar a aliviar a sensação de ansiedade. Além disso, praticar atividades físicas regularmente também é importante para a saúde mental.

Limite o uso da tecnologia: Crie limites para o uso de mídias sociais e outras formas de coumunicação online, priorizando interações presenciais. Use a tecnologia de forma consciente e intencional, buscando conexões significativas em vez de interações superficiais.

A geração Z (nascidos entre 1995 e 2010) tem buscado cada vez mais se afastar da tecnologia. Um estudo feito pela SPC, empresa de tecnologia na Espanha, aponta que a venda de telefones celulares sem internet está crescendo. Cerca de 12,2% dos jovens no país já trocaram o smartphone por um celular sem internet. 


“Essa geração é a primeira geração a lidar com o vício em smartphones e também a mais afetada pela epidemia de solidão e todas as outras questões levantadas pelas redes sociais, por exemplo, como a necessidade de validação externa e distorção da autoimagem. Isso pode ser visto como uma resposta ao uso excessivo da tecnologia e uma busca por conexões verdadeiras”, finaliza Sabino.

Fonte: Hospital São Camilo

Foto:Ilustração

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *